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Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

OPINIÃO

25 de julho de 2022/em Notícias, Opinião, Uncategorized /por Editor RSA

Fiagro é o novo aliado do agronegócio

Rodrigo Santos*

O Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) completa em julho um ano desde que foi regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mas já tem rendido bons frutos, fato que está atraindo bastante a atenção do mercado. Em março deste ano, um levantamento realizado pela Economatica a pedido do InfoMoney, apontou quase 30 processos do Fiagro sendo negociados na B3. 

Sendo que destes, muitos já estão distribuindo dividendos mensais e oferecendo retorno na faixa de CDI mais 5% ao ano, podendo chegar até CDI mais 8%. E este é um panorama que tem atraído novos aportes. As projeções da XP Investimentos são de que as ofertas somam algo em torno de R$ 1 bilhão por mês ao longo de 2022, somando R$ 75 bilhões até 2025.

Outro motivo que tornou o modelo atrativo é o aumento da taxa Selic, que em junho alcançou os 13%, devendo permanecer neste patamar por mais tempo do que o esperado. Somado a isso, o movimento de alta de juros e o crescimento do setor agrícola devem contribuir para que os fundos na agroindústria se estabeleçam como uma alternativa aos investidores

O que significa que é real a possibilidade de que eles ultrapassem o patrimônio dos fundos imobiliários (FIIs). De fato, como podemos ver, o Fiagro é um forte aliado do agronegócio brasileiro e nós que atuamos nessa seara estamos conseguindo ver de perto o poder transformador dessa ferramenta, que está colocando o setor produtivo em um outro patamar de negociações. 

Por meio deles, as famílias de fundos de investimento passam a poder ser utilizadas por investidores, financiadores, seguradores, fintechs e grupos ou empresas familiares e planejamento tributário em negócios. É um panorama enorme que se abre para os adquirentes, que podem aplicar em imóveis, empresas rurais, ativos financeiros e títulos de créditos. 

E por outro lado, significa também possibilidades para o produtor rural, que pode financiar sua atividade no mercado de capitais com taxas mais competitivas, o que impacta sobre os negócios. Para operar esse mar de possibilidades, o Fiagro se divide em três modalidades, que dão aporte em várias frentes como em direitos creditórios, imobiliários e em participações.

Dentro dessas frentes, constam ainda títulos recebíveis como Cédula do Produtor Rural (CPR), contratos de vendas de grãos e até mesmo participação societária em empresas que funcionam como ativos lastros. Porém, é fato que a maioria do público até agora está procurando por fundos exclusivos para aplicações em recebíveis, através da estruturação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio, os CRAs.

No outro lado da ponte, alguns fundos atuam ainda como híbridos, levando a possibilidade de se investir em terras e participações. Junto a esses, há ainda os destinados exclusivamente para terras agrícolas, que refletem o mesmo conceito dos Fundos de Investimentos Imobiliários (FII), mas aplicados na aquisição total ou parcial de fazendas.

Apesar de pouco tempo de implantação, o Fiagro tem conseguido desempenhar um papel importante, quando observados pelo ponto de vista de retorno. E considerando o estágio inicial em que ele se encontra, pode proporcionar chances de operações em que a oportunidade de obter retorno é mais favorável, principalmente quando comparado ao já consolidado FIIs. 

Inclusive, numa comparação entre os dois setores – construção civil e agronegócio – é importante destacar o tamanho deles O primeiro representa 5% do PIB do Brasil, enquanto o segundo é responsável por 25% do PIB, podendo chegar a 30% ainda em 2022. Então a indústria do agro é 5 vezes maior que a construção civil, além de que, conhecidamente é uma das mais competitivas no mundo. 

Outro ponto é que em momentos de instabilidades, em que ocorrem desvalorização da moeda, inflação e a subida de juros CDI, o impacto é mais suave no setor. Isto porque, o preço do etanol, açúcar, soja, milho, estão no máximo. Tudo isso demonstra como o Fiagro garante segurança jurídica e benefícios tributários para grupos que queiram voltar sua atenção para o agronegócio brasileiro.

*Rodrigo Santos é diretor executivo da RSA Capital 

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Rodrigo_Santos_01.jpeg 895 1280 Editor RSA https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png Editor RSA2022-07-25 09:42:052022-07-25 09:44:46OPINIÃO

China retira o embargo de carne bovina do Brasil

15 de dezembro de 2021/em Notícias /por Editor RSA

Diretor Executivo da RSA Capital, Rodrigo Santos, fala no Jornal Hoje sobre o fim do embargo chinês à carne bovina brasileira

Clique no link abaixo para ver a matéria completa:

https://globoplay.globo.com/v/10131058/

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/01/download-45.png 448 798 Editor RSA https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png Editor RSA2021-12-15 15:34:002022-01-26 15:37:45China retira o embargo de carne bovina do Brasil

China libera importação de carne bovina do Brasil certificada antes do embargo

23 de novembro de 2021/em Notícias /por Editor RSA

Asssita a reportagem no Jornal Hoje (Rede Globo) com a participação do Diretor Executivo da RSA Capital, Rodrigo Santos.

Clique no link abaixo

https://globoplay.globo.com/v/10066542/

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2022/01/download-44.png 448 801 Editor RSA https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png Editor RSA2021-11-23 15:25:002022-01-26 15:31:54China libera importação de carne bovina do Brasil certificada antes do embargo

Redução na produção de insumos preocupa produtores

10 de novembro de 2021/em Agronegócio, Notícias /por admin-rsa

Assista à reportagem no programa Bom Dia MT, com participação do Diretor Executivo da RSA Capital, Rodrigo Santos.

Fonte: Globoplay – Bom Dia MT

Clique aqui para assistir à reportagem.

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/11/reportagem-bomdiaMT2.jpeg 720 1280 admin-rsa https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png admin-rsa2021-11-10 15:12:032021-11-10 15:20:45Redução na produção de insumos preocupa produtores
Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

Fiagro como opção

22 de julho de 2021/em Notícias /por Editor RSA

O agronegócio brasileiro ganhou um novo aliado com a criação do Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). Recém-criado, o mecanismo torna o setor brasileiro mais atraente para investidores, o que promete impactar diretamente de forma positiva na agroindústria.

Para o diretor executivo da RSA Capital, Rodrigo Santos, o Fiagro garante segurança jurídica e benefícios tributários para grupos que queiram investir e financiar no agronegócio brasileiro. “Com essas benesses, a nossa expectativa é de que esse mercado passe a contar com muito mais recursos disponíveis”, considerou.

Essas vantagens vão ao encontro das necessidades do setor, que já não encontrava muitas alternativas para financiamento e investimento. Linhas tradicionais como o Plano Safra 2021/2022, eram consideradas insuficientes. Este, por exemplo, teve um aumento de 6% em relação ao ano anterior para atender a demanda de todo o setor.

“A estimativa é de que a participação do agronegócio no PIB brasileiro alcance 30% em 2021. Mas as linhas de investimento tradicionais não estavam conseguindo acompanhar esse ritmo. É preciso que o crédito para o produtor acompanhe o crescimento. Agora, o Fiagro será um instrumento para ajudar a subsidiar essa demanda”, pontuou Rodrigo Santos.

Em termos gerais, o fundo nada mais é que um grupo de investidores que poderá investir em imóveis, empresas rurais, ativos financeiros, títulos de créditos, entre outros. Já para o produtor, a vantagem é ter a possibilidade de financiar sua atividade no mercado de capitais, com taxas mais competitivas.

A Comissão de Valores Imobiliários (CMV) será a responsável por disciplinar o fundo, para que ele possa ser efetivamente introduzido no mercado de capitais brasileiros.

O Fiagro foi instituído em março deste ano, pela Lei nº 14.130 e inserido à Lei nº 8.668/93, que trata de Fundos Imobiliários (FIIs). Por meio dela, famílias de fundos de investimento poderão ser utilizados por investidores, financiadores, seguradores, fintechs e grupos ou empresas familiares,
como veículo de investimento e planejamento tributário em negócios. O mecanismo é decorrente do PL 5.191/2020, que tinha sido vetado parcialmente pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em junho, o Congresso Nacional derrubou os vetos e, com isso, foram incorporados à lei trechos que preveem benefícios fiscais para investidores e para os rendimentos de cotas negociadas em bolsas de valores.

Leia a matéria completa no site do Jornal A Gazeta
http://flip.gazetadigital.com.br/pub/jornalagazeta/?numero=10612#page/4

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Rodrigo_Santos_02.jpeg 851 1280 Editor RSA https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png Editor RSA2021-07-22 15:06:002022-01-26 15:32:58Fiagro como opção
Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

Recursos para o agro serão ampliados com o Fiagro, diz especialista

22 de julho de 2021/em Agronegócio, Notícias /por admin

Diretor de investimentos diz que dispositivo traz segurança jurídica para investidores.

O agronegócio brasileiro ganhou um novo aliado com a criação do Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). Recém-criado, o mecanismo torna o setor brasileiro mais atraente para investidores, o que promete impactar diretamente de forma positiva na agroindústria.

Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

Rodrigo Santos, Diretor Executivo da RSA Capital

Para o diretor executivo da RSA Capital, Rodrigo Santos, o Fiagro garante segurança jurídica e benefícios tributários para grupos que queiram investir e financiar no agronegócio brasileiro.

“Com essas benesses, a nossa expectativa é de que esse mercado passe a contar com muito mais recursos disponíveis”, considerou.

Essas vantagens vão ao encontro das necessidades do setor, que já não encontrava muitas alternativas para financiamento e investimento. Linhas tradicionais como o Plano Safra 2021/2022, eram consideradas insuficientes. Este, por exemplo, teve um aumento de 6% em relação ao ano anterior para atender a demanda de todo o setor.

“A estimativa é de que a participação do agronegócio no PIB brasileiro alcance 30% em 2021. Mas as linhas de investimento tradicionais não estavam conseguindo acompanhar esse ritmo. É preciso que o crédito para o produtor acompanhe o crescimento. Agora, o Fiagro será um instrumento para ajudar a subsidiar essa demanda”, pontuou Rodrigo Santos.

Em termos gerais, o fundo nada mais é que um grupo de investidores que poderá investir em imóveis, empresas rurais, ativos financeiros, títulos de créditos, entre outros. Já para o produtor, a vantagem é ter a possibilidade de financiar sua atividade no mercado de capitais, com taxas mais competitivas.

A Comissão de Valores Imobiliários (CMV) será a responsável por disciplinar o fundo, para que ele possa ser efetivamente introduzido no mercado de capitais brasileiros.

FUNDO DE INVESTIMENTOS

O Fiagro foi instituído em março deste ano, pela Lei nº 14.130 e inserido à Lei nº 8.668/93, que trata de Fundos Imobiliários (FIIs). Por meio dela, famílias de fundos de investimento poderão ser utilizados por investidores, financiadores, seguradores, fintechs e grupos ou empresas familiares, como veículo de investimento e planejamento tributário em negócios.

O mecanismo é decorrente do PL 5.191/2020, que tinha sido vetado parcialmente pelo presidente Jair Bolsonaro. Em junho, o Congresso Nacional derrubou os vetos e, com isso, foram incorporados à lei trechos que preveem benefícios fiscais para investidores e para os rendimentos de cotas negociadas em bolsas de valores.

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Rodrigo_Santos_RSA_Capital_02.jpeg 906 1280 admin https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png admin2021-07-22 10:21:002021-11-11 15:02:03Recursos para o agro serão ampliados com o Fiagro, diz especialista
Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

As Dores do Crescimento: Governança e Capital

15 de abril de 2021/em Notícias, Opinião /por admin-rsa

Por Rodrigo Santos*

Os quase 20 anos de atuação no mercado financeiro, dedicando a maior parte do tempo à estruturação de operações de crédito para grandes e médias empresas, me fez conhecer os ciclos de crescimento e necessidades dessas companhias.

Toda empresa privada nasce de uma ideia ou propósito, de um ou mais empreendedores, com fim específico de gerar resultados e lucros aos que investiram capital financeiro ou intelectual na empreitada.

Normalmente, a empresa começa pequena e seu crescimento acompanha o ritmo do mercado (ele é sempre soberano) e da capacidade dos empreendedores de desenvolver seu plano de negócio, sendo eficientes na operação e atento às oportunidades.

O primeiro ciclo de crescimento, que dura em média 5 anos desde a fundação, é com certeza o mais desafiador e exige resiliência e muita dedicação por parte dos empreendedores e executivos à frente da empresa.

Poderia enumerar aqui dezenas de desafios neste ciclo, mas crescer evoluindo o padrão de profissionalismo e governança, além da estrutura de capital adequada estão entre os principais. Essas são as principais “dores do crescimento” empresarial.

Boa parte dos nossos clientes nos procuram exatamente na etapa de romper esse ciclo e passar a uma nova fase de crescimento. Junto com o período de crescimento surgem os ciclos de necessidades para atender justamente essa “pressão” que a empresa tem por melhoria na governança e na estrutura de capital. Se a empresa está crescendo e se transformando, suas necessidades também estão. E com certeza a forma de gerir o negócio e suas necessidades de capital já são totalmente diferentes.

O segredo está na forma com que o empresário lida com esses novos ciclos de crescimento e necessidades e que resposta dá a essas novas demandas. Uma boa resposta é sempre evoluir em profissionalismo e gestão, e buscar atender sua demanda de capital (novos recursos, investimento ou giro) da forma mais eficiente e sadia para vida financeira da empresa. Implementar os modelos de governança adequados ao momento e as perspectivas de crescimento dará segurança e transparência aos sócios e ao mercado.

Na prática, podemos citar como ações a criação de controles internos, melhora do nível de formação e experiência das equipes, implantação de políticas para setores de maior risco para empresa, auditar os números financeiros e contábeis, estabelecer comitês e conselhos para ajudar nas tomadas de decisões estratégicas. Além dos desafios acima, o empresário ainda precisa de recursos para garantir o crescimento sustentável.

Conheço algumas empresas que cresceram nos últimos anos, mas sem o devido cuidado com governança e com a estrutura de capital que está utilizando para sustentar esse crescimento. E, com certeza, sei também qual será o fim, pois já vi esse filme algumas vezes.

O melhor caminho é começar! Implante as melhorias de gestão dentro de uma lista que chamo de “prioridades por alcance” – onde você executa obedecendo a ordem de prioridades de acordo com o alcance da sua possibilidade de executar. Assim você nunca deixa uma prioridade que está à sua frente parada esperando por uma mais bem ranqueada, mas que não pode ser executada agora.

Quando o assunto é estrutura adequada de capital para o crescimento, o mercado bancário tradicional normalmente não consegue atender o nível de especificidade das demandas. Pois cada empresa tem uma necessidade, um plano de crescimento, uma sazonalidade de operação, um fluxo de caixa, e assim por diante.

Uma boa alternativa para isso, embora menos conhecida, é o Mercado de Capitais. Com a principal característica de colocar o investidor mais próximo das empresas, as modalidades de crédito por este modelo têm se demonstrado cada vez mais flexíveis e acessíveis.

O que todo empresário deve saber é que existe um universo de possibilidades no mercado para ajudá-lo a romper seus ciclos, atendendo suas necessidades e facilitando seu plano de crescimento.

*Rodrigo Santos é administrador de empresas com MBA em Mercado de Capitais e diretor executivo da RSA Capital

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2021/11/Rodrigo_Santos_01.jpeg 895 1280 admin-rsa https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png admin-rsa2021-04-15 14:33:132021-11-11 15:03:24As Dores do Crescimento: Governança e Capital
Rodrigo Santos - Diretor Executivo - RSA Capital

Fusão cria nova holding de revendas de insumos em MT

11 de janeiro de 2021/em Agronegócio, Notícias /por admin-rsa

Por Marina Salles – De São Paulo – Valor Econômico

Veja notícia publicada na Valor Econômico, sobre a fusão da Agroboi e Suprema, operação assessorada pela RSA Capital.

A fusão das empresas mato-grossenses de insumos pecuários Agroboi e Suprema, concluída recentemente, criou um player de peso no Estado. Ele nasce com faturamento anual de cerca de R$ 200 milhões e o montante poderá chegar a R$ 500 milhões em cinco anos, de acordo com Rodrigo Santos, diretor executivo da RSA Capital, consultoria que assessora a operação.

O negócio deu origem à holding Grupo Raça Agro (GRA), que passou a controlar as duas companhias – que manterão, ao menos por enquanto, seus nomes originais. Do portfólio conjunto, fazem parte suplementos animais, ração, sementes, fertilizantes e herbicidas, além de vacinas e medicamentos veterinários.

Sediada em Rondonópolis (MT), a Agroboi fatura em torno de R$ 120 milhões por ano. Dona de seis lojas de insumos e da marca Zootec, de nutrição animal, a empresa tem, no município, uma fábrica com capacidade para produzir 50 mil toneladas de ração por ano.

A Suprema, de Alta Floresta (MT), registra vendas anuais de R$ 80 milhões e conta com cinco lojas na região norte de Mato Grosso. No segmento de defensivos, seu carro-chefe, é representante da israelense Adama, controlada pelo Syngenta Group.

Conforme Santos, a estratégia do novo grupo está focada no crescimento orgânico das duas empresas em suas áreas de atuação, com novos investimentos e complementaridade de portfólio. Em Mato Grosso, o plano para 2021 é aportar R$ 8 milhões em novos ativos e R$ 10 milhões em melhorias de infraestrutura.

Este ano, serão abertas quatro lojas, com investimentos de R$ 3 milhões no total. Outros R$ 5 milhões permitirão erguer uma nova fábrica em Alta Floresta, com capacidade para produzir 30 mil toneladas de ração por ano.

No caso das melhorias, estão previstos R$ 8 milhões para a fábrica de Rondonópolis (a fim de investir em energia fotovoltaica, pavimentação e ampliação da capacidade de armazenagem de matérias-primas), e mais R$ 2 milhões para a modernização das lojas de insumos já em funcionamento.

“Temos ainda o crescimento natural previsto para acontecer com a nova composição do portfólio de produtos”, sublinha Santos. Essa escalada é esperada sobretudo porque a Suprema não atuava em nutrição animal, que é a principal expertise da Zootec – constituída como marca e empresa -, mas sempre foi especialista na comercialização e aplicação de herbicidas para pastagem, área em que poderá agregar resultados para as lojas da Agroboi.

O serviço de combate a ervas daninhas continuará a ser oferecido pela Suprema por meio de sua controlada A2 Aviação Agrícola – que não foi envolvida na fusão entre as redes, mas firmou acordo comercial com a Agroboi.

Para os próximos anos, aquisições também não são descartadas pelo GRA e esta deve ser a estratégia para avançar para outros Estados.

* Fonte: site Valor Econômico – https://valor.globo.com/agronegocios/noticia/2021/01/11/fusao-cria-nova-holding-de-revendas-de-insumos-em-mt.ghtml

https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2018/04/Rodrigo_Santos_02.jpeg 851 1280 admin-rsa https://rsacapital.com.br/wp-content/uploads/2025/05/LogoForSite.png admin-rsa2021-01-11 16:06:532021-11-11 15:04:51Fusão cria nova holding de revendas de insumos em MT

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